Conhecer a alma das pessoas e não apenas a matéria.
Ousar entrar em contato com os corações e não apenas o físico.
Adentrar os olhares e não apenas olhar nos olhos.
Entregar-se ao outro e não apenas espreitá-lo...
Não temer o laço.
Não temer o aconchego.
Não temer o abraço.
Não isolar-se do outro
Não construir muros
Não fugir do encontro.
Reaprender a amar
Reaprender a sonhar
Reaprender a respeitar os outros.
Abrir-se para o novo de novo e sempre
Sabendo que gente é sempre diferente.
Arejar-se
Doar-se
Dar-se...
Permitir-se a troca e a partilha
de forma pura, sincera e digna.
Permitir-se...
Relacionar-se integralmente
Sem desculpas e sem receios
Com coragem e decisão
de ouvir plenamente
seu coração...
Relacionar-se é reaver o laço que une, liga, aproxima, encurta distâncias da alma e do coração...
domingo, 3 de junho de 2012
o melhor
Acho que fiz tudo do jeito melhor, meio torto, talvez, mas tenho tentado da maneira mais bonita que sei
É o que me interessa
Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.
Quem vai virar o jogo
E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.
E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o seu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
Só o que me interessa.
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o seu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
Só o que me interessa.
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa.
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Não mais castelos de areia...
Quer saber ? Essa historia toda de construir castelos cansa...construir pra mais tarde se dar conta que era mais um castelo de areia, que não resiste ao vento e a mare braba. Cai, desmorona, se despedaça e acaba. Derepente, o maior amor do mundo virou migalha. O nome dos filhos, a cor da parede da casa, a janelinha pro jardim, as juras da madrugada, os apelidos carinhosos, os eu te amo, as saudades e os frios na barriga....Tudo vira nada... O que ja foi tão certo, em momentos, puff, virou pó. E você espera se recompor e poder preparar novamente o terreno. Tira destroços, rasga fotos, deleta lembranças, numeros... chora, sofre...e esquece...De repente o amor da sua vida se confunde com qualquer um outro que passa por ai... E vocês voltam ao ponto de desconhecidos ou quase colegas...De trocar nada mais do que bom dia educados e conversas curtas.
E la vamos nós denovo, pedrinha por pedrinha, construindo um novo castelo sem saber se dessa vez vai ser mais um a passar com os temporais ou realmente vai ficar ali apesar de qualquer mudança climatica. E repete-se o mesmo processo... Rezar e pedir a todos os santos pra que dessa vez seja ele. Jurar amor eterno e prometer o céu, a vida, o pra sempre. Desmetir os amores passados e dizer que nada foi como esse, que agora vai pro altar, é só comecar a escolher o numero e nome de filhos...
Ser feliz para sempre, apaionaxonado...até cair denovo...
Sabe...essa busca cansa, fere, fatiga esperanças de que o "pra sempre" um dia seja mais que um conto de fadas....
E la vamos nós denovo, pedrinha por pedrinha, construindo um novo castelo sem saber se dessa vez vai ser mais um a passar com os temporais ou realmente vai ficar ali apesar de qualquer mudança climatica. E repete-se o mesmo processo... Rezar e pedir a todos os santos pra que dessa vez seja ele. Jurar amor eterno e prometer o céu, a vida, o pra sempre. Desmetir os amores passados e dizer que nada foi como esse, que agora vai pro altar, é só comecar a escolher o numero e nome de filhos...
Ser feliz para sempre, apaionaxonado...até cair denovo...
Sabe...essa busca cansa, fere, fatiga esperanças de que o "pra sempre" um dia seja mais que um conto de fadas....
domingo, 27 de maio de 2012
..
. se a gente ja não sabe mais rir um do outro meu bem, então o que resta é chorar. E talvez se tem que durar, vem renascido o amor bento de lágrimas...
sexta-feira, 25 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
o tempo? puff...
a verdade é que o tempo não é o remedio para todas as coisas.
O tempo não cura nada!
Quando uma dor muito grande toma o peito, choramos, caimos em destroços, tudo para, nós paramos, não comemos bem, muito menos pensamos. Não vivemos, nem queremos viver, e a unica coisa que segue normal e inabalável é ele, o tempo.
E com o tempo, o mecanismo de auto-defesa do nosso organismo dispara, dizendo que é hora de afastar a dor do foco, deixar de plano de fundo, e mudar o andar descompaçado. É hora de voltar a respirar, comer e viver.
Mas a dor continua lá, e se olharmos pra ela, a garganta aperta do mesmissimo jeito do primeiro minuto que sentimos.
Ou seja, não tem cura, não tem tempo, e sim extinto de sobreviver.
O tempo não cura nada!
Quando uma dor muito grande toma o peito, choramos, caimos em destroços, tudo para, nós paramos, não comemos bem, muito menos pensamos. Não vivemos, nem queremos viver, e a unica coisa que segue normal e inabalável é ele, o tempo.
E com o tempo, o mecanismo de auto-defesa do nosso organismo dispara, dizendo que é hora de afastar a dor do foco, deixar de plano de fundo, e mudar o andar descompaçado. É hora de voltar a respirar, comer e viver.
Mas a dor continua lá, e se olharmos pra ela, a garganta aperta do mesmissimo jeito do primeiro minuto que sentimos.
Ou seja, não tem cura, não tem tempo, e sim extinto de sobreviver.
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